O Canto do Galo – Epílogo

Bem, como já era de se esperar, finalmente o galo foi fotografado. Fiquei na dúvida se havia ouvido o empenado. Abri a porta da sacada, e lá estava ele. Diminuto em sua silhueta, garboso em seu puleiro de concreto e mais elegante ainda ao peitar o trânsito com seu canto inconfundível. Não resisti. Mel, disse eu. Fica aí, que eu vou encontrar o galo. Evidente que a cachorra não entendeu bulhufas, mas estava determinado. Peguei meus documentos, afinal poderiam requisitar identidade e CPF, e lá fui eu. Sim, sim, fiz minha oração. Deus, por favor, que todas as portas abran-se para esse meu encontro. Não deu outra. Começou que ao aproximar-me do prédio, saiu uma senhora com seu bebê. Perguntei-lhe se conhecia o dono do galo. Disse não saber, mas que certamente com a zeladora haveria resposta positiva. Campainha acionada, e após uns 3 minutos, chegou à porta uma senhora não muito simpática, mas que ao ver minha insistência e meu sorriso, entregou o número do galo. Permissão dada, subi ao referido andar e logo a campainha foi respondida. Um senhor idoso atendeu, e perguntei do galo. Surprêso, pois estava ainda tomando seu café após almoço, foi logo dizendo que não havia problema. Vamos enquadrar o galo. Abaixo, a foto feita num celular em um ambiente familiar de apartamento. E não é que ele é ganizé? Pois é. Aqui encerra-se essa história.  Muito obrigado. Voltar para o início da história ou Página Inicial

Uma resposta to “O Canto do Galo – Epílogo”

  1. Jose Says:

    Depois de tamanha enrolação em volta deste galo, bem que a foto podia ser maiorzinha, não? 🙂

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