Questão de Perdão

Ora, hoje se pede perdão no atacado e no varejo. Muito simples. A maioria das pessoas quer ser perdoada, sem passar pelo vexame. Claro! É muito cômodo! Quando tu irrita alguém, importunando-o ou difamando-o, vira as costas e sai. Aí, feito o erro e não importando quantas pessoas testemunharam, tu vê que errou. Te convenceu. Aí, em um e-mail, ou às escondidas de toda a “nuvem” de testemunhas, tu pedes perdão ao outro que foi ofendido(ou só à Deus?). Muito bonito né? Escancara com a vida do próximo, e depois quer perdão às escondidas!!! Que coisa. Mas, e as consequências do teu ato? Elas não abalaram o conceito do próximo? Como seria então possível a restauração? Ontem chegou um texto via e-mail sobre perdão, exemplificando o caso dos padres pedófilos. Dom Valério Breda pediu perdão em nome da Igreja Católica(veja matéria). Mas o padre L. Marques Barbosa não deixou de ser preso, embora também tenha pedido perdão em CPI. Esse exemplo de aplicação da responsabilidade é sutil. Vamos a outro exemplo: alguma menina que transou com o namorado, e engravidou. A Sociedade nem condena mais isso! Mas sua consciência atormenta sua vida. O rapaz, esse dá de ombros e livra-se por não carregar o filho na barriga. Maioria das vêzes, fica impune. Pena que não é aplicada. Seria uma desgraça fazer que o casal case para reparar o primeiro erro. Sim, casando, estariam comentendo um segundo erro. Mas, então. O que não é bom, nem para outros nem para mim, seria um erro. Perdoável? Até pode ser. Mas as sequelas dum ato impensado dá nisso. Quantas vêzes Jesus Cristo ensinou que deveríamos perdoar em um só dia? 70 vêzes sete! Isso apenas é um princípio da vida de Amor. Entender seu próximo e perdoá-lo, isso não é fácil! Mas há um grande abismo entre os que querem viver de forma sincera e honesta e os “aproveitadores” que enxergando qualquer chance, benefician-se dos mais honestos. Se Jesus, que foi Deus encarnado em homem deu o exemplo de que deveríamos perdoar, quem somos nós para dar veredito? Que os magistrados e governantes decidam. Ao homem está ordenado uma só morte, e depois, o juízo. Aí, não vai ter Jesus Cristo que os livre. Com este pensamento final, acho que é bom a gente arrepender-se antes que chegue a hora da acusação entrar em cena. Depois que os padres foram acusados, já não restou mais espaço para o perdão da promotoria. Agora, já era! Como vamos nós julgar o próximo? Talvez a Sociedade perdoe, mas o Estado não. E não eram os padres que deveriam dar o exemplo? Ainda bem que eu tento seguir o exemplo de Jesus. Página Inicial

Uma resposta to “Questão de Perdão”

  1. Andre Kusbick Says:

    É simples pra mim. Se eu não perdoo quem me ofende porque não quero perdoar julgando que ela não mereça estou sendo um JUIZ, pois fiz meu julgamento e apliquei condenção, ou seja agi no lugar de DEUS. PIOR PRA MIM!

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